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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Instrumentos nauticos



Balestilha: é um instrumento complementar da esfera armilar  utilizado para medir a altura em graus que une o horizonte ao astro.

Bússola: é um instrumento navegacional para se encontrarem direcções. Ela consiste num ponteiro magnetizado livre para se alinhar de maneira precisa com o campo magnético da terra. Uma bússola fornece a uma direcção de referência conhecida que é de grande ajuda na navegação.






Portulano: é uma antiga carta náutica Europeia, datada do século XIII ou posterior.

Instrumentos nauticos


quadrante
Usado pelos navegadores portugueses, pelo menos desde o século XV, o quadrante era um instrumento de madeira ou latão empregado para medir a alturas dos astros, e através de cálculos, ajudar na localização das embarcações em alto mar. Sua origem é mais antiga que a do astrolábio. O quadrante náutico é um instrumento bastante simples, consiste num quarto de circulo com duas pínulas de pontaria (espécie de mira) perfuradas num dos seus lados retos, um fio de prumo fixo ao centro do arco e uma escala de graduação inscrita na borda do quarto de círculo.

instrumentos nauticos


astrolábio
O astrolábio é um antigo instrumento para medir a altura dos astros acima do horizonte. Atribui-se a Hiparco, o pai da astronomia e trigonometria, a sua invenção. Ptolomeu designa por astrolábio a esfera armilar, que os árabes combinaram com o globo celeste e aperfeiçoaram criando assim o astrolábio esférico.
Aqui referimo-nos ao astrolábio planisférico, uma simplificação que resulta numa projecção estereográfica polar da esfera celeste sobre um plano. Os gregos já o conheciam mas foi através dos árabes, que o introduziram na Península Ibérica, que chegou à Europa.

descobrimentos portugueses


eu gostei de fazer este trabalho porque, me ajudou a saber um pouco mais sobre os descobrimentos portugueses, sobre os instrumentos nauticos e os descobridores.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

embarcações dos descobrimentos

caravela

O primeiro documento onde aparece o nome caravela é o foral de Vila Nova de Gaia dado pelo rei D. Afonso III em 1255.
Os aperfeiçoamentos técnicos feitos neste tipo de embarcação, devido à experiência de navegação dos Portugueses, fizeram que as caravelas, no século XV, fossem utilizadas nas viagens marítimas dos descobrimentos Portugueses, sobretudo ao longo da costa africana.
No início das explorações, os Portugueses utilizavam caravelas latinas, que eram um tipo de barco resistente, ligeiro e rápido, ideal para percorrer longas distâncias. Os mais pequenos tinham dois mastros e os maiores três mastros, mas a forma das suas velas era triangular, o que lhes permitia navegar com ventos desfavoráveis.
             
Caravela Portuguesa latina com dois mastros                Caravela Portuguesa Latina com três mastros
Com o passar do tempo, as viagens tornaram-se cada vez mais longas. Assim, as caravelas precisavam de mais espaço para acomodar tripulação e mantimentos. Por isso, no século XVI, o barco seria de maior porte e com mais um mastro. Chamava-se Caravela redonda, porque além de ter velas latinas, tinham velas quadrangulares. Estas velas faziam aproveitar melhor o vento a favor ganhando velocidade.
Caravela redonda


embarcações dos descobrimentos

nau

NAU navio de grande porte destinado a longos percursos, desenvolvida pelos Portugueses na época dos Descobrimentos no séc XV. As Naus foram embarcações pioneiras na Europa, adaptadas à estabilidade e espaço necessárias às viagens e ao aumento do comercio marítimo.