sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

gnr

GUARDA NACIONAL REPUBLICANA


Por decreto de 3 de Maio de 1911 foi criada a Guarda Nacional Republicana, substituindo a Guarda Republicana, como uma força de segurança composta por militares, organizada num corpo especial de tropas, dependendo em tempo de paz do ministério responsável pela segurança pública, para efeitos de recrutamento, administração e execução dos serviços correntes, e do ministério responsável pelos assuntos militares para efeitos de uniformação e normalização da doutrina militar, do armamento e do equipamento. Em situação de guerra ou de crise grave, as forças da GNR ficarão operacionalmente sob comando militar.

domingo, 20 de novembro de 2011

ESCUDO

ESCUDO

O Escudo português, cujo símbolo é o cifrão ($) foi a última moeda de Portugal antes do Euro. O escudo deu origem a outras variações de Escudo nas dependências africanas. A designação provém da própria figuração nelas representada: um escudo. Eram de ouro baixo, 18 quilates e valiam 50 marcos.
O escudo português foi substituído pelo euro no início de 2002.

A republica

A REPUBLICA

Com a implantação da República Portuguesa, em 5 de Outubro de 1910,  passou a adoptar-se  como símbolo da Pátria Portuguesa esta figura  de mulher despida da cinta para cima. Mas o nome desta mulher é feminino -- A República Portuguesa, não é  O Repúblico Português!  Como é que  os Srs. dos médias queriam chamar à Ministra Pintasilgo -- O PrimeirO MinistrO! Ridículo, verdadeiramente estúpido!


hino

hino


- o Hino Nacional passou a ser "A Portuguesa" (que já era cantada pelos republicanos antes de 1910)
A marcha A Portuguesa, hoje executada como Hino Nacional surgiu em 1890, como protesto contra a capitulação política de D Carlos I ao Ultimato Inglês (Mapa Cor de Rosa - Pretensão Portuguesa de anexar os territórios africanos entre Angola e Moçambique), pelo então recém-formado Partido Republicano. Por altura da falhada Revolução de 1891, ela fora adoptada como cântico revolucionário anti-monárquico. Foi então proibida pelo Rei e, ao longo do tempo, sofreu alterações, até ser oficializada como o actual Hino Nacional. Por exemplo,   o «Contra os canhões ...» era cantado « Contra os Bretões...», em que Bretões  se referia aos Ingleses.
Foi só a partir do século XIX que as nações Europeias  começaram a incluir um Hino como um dos símbolos da Nação, embora desde sempre tenham existido gritos de guerra, marchas patrióticas e louvores musicais os seus líderes.

Houve outros hinos portugueses antes do actual que foi oficializado em 1911, depois da Implantação da República em  5/10/1910.

sibolos da 1ª republica

bandeira


    
É um bicolor rectangular com um campo desigual dividido em verde na tralha, e batente. O brasão de armas (a Esfera armilar e o Escudo português) está centrado sobre o limite das cores da bandeira, a uma distância igual das bordas superior e inferior. A 30 de Junho de 1911, menos de um ano após a queda da monarquia constitucional, este projecto foi oficialmente adoptado para a nova bandeira nacional.Desde da tentativa frustrada de insurreição republicana a 31 de Janeiro de 1891, o vermelho e o verde tinham sido estabelecidos como as cores do Partido Republicano Português e seus movimentos associados, cuja importância política continuou crescendo até atingir um período de auge na sequência da revolução republicana de 5 de Outubro de 1910. Nas décadas seguintes, essas cores foram popularmente propagandeadas como representação da esperança da nação (verde) e sangue (vermelho) daqueles que morreram defendendo-a, de maneira a dotá-la de uma forma mais patriótica e digna, portanto, menos política e sentimental.





segunda-feira, 20 de junho de 2011

Biografias

VOLTAIRE
Voltaire, cujo nome verdadeiro era François Marie Arouet, nasceu em novembro 21, 1694, em Paris (França), em uma família burguesa. Ele estudou na escola brilhante melhores e mais caros em Paris, no Colégio jesuíta Louis-le-Grand. Em paralelo à educação rígida e religiosa dos jesuítas, a sociedade Voltaire freqüentemente licencioso do Templo, onde descobre um espírito livre que quer libertar-se da religião e da monarquia. Em 1713, ele abandonou seus estudos de direito e de uma breve estadia em The Hague, onde é secretário da embaixada, mas um caso com um jovem huguenote retorna a Paris. Lá, ele decidiu dedicar sua vida a escrever. En1717, ele foi internado na Bastilha por versos que descrevem a relação incestuosa do Regente. Durante os onze meses de sua internação, ele terminou de escrever a tragédia de Édipo, que está enfrentando um tremendo sucesso em 1718. Foi então que ele escolheu o seu pseudónimo, que é simplesmente um anagrama de Arouet L (E) J (eune) (as letras U e V, J e eu escrito a forma como este tempo). Em 1726, opôs o cavaleiro de Rohan-Chabot e fez outra viagem para a Bastilha. Na saída da prisão, Voltaire deve exílio por três anos na Inglaterra, antes de fazer seu retorno para a sociedade de Paris, em 1729. Ela brilha através de seu talento como cantora entrega de peças bonitas "Brutus" em 1730, "Zaire" em 1732 ", Le Mondain" em 1736, "Maomé", em 1742, "Merope" em 1743. Esse talento atiçar a curiosidade de o rei que faz seu biógrafo em 1744. Mas o espírito zombeteiro de Voltaire vai ganhar-lhe a sua desgraça. Em 1758 ele comprou uma fazenda de Ferney (perto de Genebra). Lá, ele descobriu uma paixão para a construção de uma nova sociedade. Ele estabeleceu o seu campo, então toda a região, ele construiu casas, feitas cultivar os campos, o desenvolvimento da pecuária, ergue-se algumas indústrias (ver e meias de seda) e traz prosperidade para a região. Voltaire em sua vida se tornou um mito, e em 1778 por seu grande retorno a Paris, ele recebeu uma multidão e os membros da Academia Francesa, que estão pagando seus tributos. Voltaire morreu Maio 30, 1778, em Paris. Poucos meses antes de sua morte, ele escreveu ao seu secretário: "Eu morro adorando a Deus, amando meus amigos, não odeio meus inimigos, detestando a superstição". Apesar destas palavras de paz e sabedoria, Voltaire é considerado um dos arquitetos da Revolução Francesa. Cinzas de Voltaire, também são transferidos para o Panteão julho 11, 1971.

Biografias


MONTESQUIEU
Escritor e filósofo francês, célebre pela sua teoria da separação dos poderes.
Nasceu no Palacete de la Brède, perto de Bordéus, em 18 de Janeiro de 1689 ;
morreu em Paris, em 10 de Fevereiro de 1755.

Filho de um oficial da guarda do rei de França, neto e sobrinho de um Presidente do Parlamento de Bordéus, ficou órfão de mãe aos 11 anos de idade. O seu ensino básico foi entregue aos Oratorianos do colégio de Juilly, localidade situada a nordeste de Paris, que frequentou em companhia de dois primos, e onde lhe foi ministrada uma educação clássica.
Regressado a Bordéus, em 1705, realizou os estudos jurídicos necessários à sua entrada no Parlamento de Bordéus, para poder herdar o título e as importantes funções do tio. A admissão como conselheiro deu-se em 1708. Após a conclusão destas formalidades regressou a Paris, onde concluiu os seus estudos jurídicos e onde frequentou assiduamente a Academia das Ciências e das Letras. Regressou a Bordéus em 1713 devido à morte do Pai. Em 1715, casou com uma calvinista francesa, o que lhe assegurou um valioso dote. No ano seguinte o tio morreu tornando-se barão de Montesquieu e presidente no Parlamento de Bordéus.
Em 1721 publicou as Cartas Persas, obra que lhe granjeou um enorme sucesso, e onde, aproveitando o gosto da época pelas coisas orientais, analisou de uma maneira satírica as instituições, usos e costumes da sociedade francesa e europeia, criticando veementemente a religião católica, naquela que foi a primeira grande crítica à igreja no século XVIII. Muitas das afirmações de Montesquieu serão «confirmadas» por Edward Gibbon, quando este autor inglês publicou o Decline and Fall of the Roman Empire, em que defendeu que a queda do império se deveu ao predomínio da igreja cristã no Império romano, a partir de Constantino. 
Em 1726 renunciou ao seu cargo no Parlamento de Bordéus, vendeu-o e foi viver para Paris, preparando-se para entrar na Academia Francesa. Aceite em 1728, viajou logo a seguir pela Europa, realizando assim o seu Grand Tour, a tradicional viagem educativa dos intelectuais europeus do século VIII. Regressou a França, mas foi para Inglaterra, onde permanecerá durante dezoito meses.
Em 1731, após uma ausência de três anos, regressou a Bordéus, para a sua família e os seus negócios, assim como para as vinhas e os campos agrícolas à volta do seu Palacete de Brède. Voltará frequentemente a Paris, onde teve contactos ocasionais com os célebres salons, mas sem se ligar muito com o grupo de intelectuais que os animava.
O seu grande objectivo passou a ser completar aquela que será a sua grande obra - O Espírito das Leis. Preenchendo uma etapa intermédia, escreveu e publicou em 1734 a Causa da Grandeza dos Romanos e da sua decadência, que não é mais do que um capítulo de apresentação do Espírito. 
O Espírito das Leis foi publicado em 1748, em dois volumes, em Genebra, para evitar a censura, tornando-se um imenso sucesso, que a sua colocação no Index romano não beliscou. A sua preocupação foi ultrapassar as posições dos filósofos e utópicos que apresentavam as suas teorias em abstracto e sem nenhuma consideração pelas determinantes espaciais e temporais.
Os tempos que se seguiram estiveram longe de serem sossegados, sendo as suas teorias atacadas tanto pelos jansenistas como pelos católicos ortodoxos, como os jesuítas, mas também pela Universidade de Paris, a célebre Sorbonne. Defendeu-se das críticas publicando em 1755 a Defesa do Espírito das Leis. Entretanto ia perdendo a visão.
Morreu em 1755, quase cego, tendo recebido os últimos sacramentos das mãos de um padre católico.